OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

Todo movimento da História necessita de um certo distanciamento de modo a permitir a fria interpretação dos factos. Por ser um ensaio histórico, o livro “O Homem Revoltado” (Record, 351 p.) (“L’Homme Révolté“), do franco-argelino Albert Camus (1913-1960), publicado em 1951, justifica a sua leitura nos dias atuais, quer pela beleza de estilo, quer pela …

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Andreia se dirige a uma igreja evangélica. Anseia por respostas. Nada de questionamentos e de disciplina que suscite mais dúvidas que certezas. A conversa com o escritor Gregório fora improdutiva. Ele não conseguia responder nada. Sempre saía com uma evasiva. Segundo ele, a filosofia buscava mais perguntas que respostas. Mas perguntas, Andreia já tinha muitas. …

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Nesses tempos de pandemia, um livro ganhou destaque e retornou às listas dos mais vendidos no mundo. “A Peste” (“La Peste“, em francês) é um dos melhores romances de Albert Camus (1913-1960), expoente daquilo que se convencionou denominar corrente existencialista, que teve em Jean-Paul Sartre (1905-1980) outro de seu ícone. Diferentemente do existencialismo ateu de …

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“O importante é viver com quantidade!”. Essa máxima camusiana traduz um pouco o sentimento do absurdo do indivíduo perante a vida. O absurdo é o tema central da obra “O Mito de Sísifo” (“Le Mythe de Sisyphe” em francês), livro este que data de 1942.

Carla leu o livro todo de Gregório até às 4 da manhã. Refletiu muito sobre o artigo “Suicídio. Alternativa?” No ensaio “O Absurdo e o Suicídio”, o franco argelino Albert Camus (1913-1960) escreve sobre o suicídio. Embora refutasse o rótulo de filósofo existencialista (considerava um escritor do absurdo, apenas), Camus foi verdadeiramente um psicólogo da …

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