OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

Era uma vez uma grã-duquesa que vivia feliz no seu país com a sua família. Um dia, devido a questões políticas, o seu pai concedeu sua mão em casamento a um jovem príncipe que vivia num país muito distante e completamente diferente do seu. Ela não conhecia o príncipe, mas apaixonou-se pela ideia que fazia dele e partiu para a nova terra cheia de sonhos e esperanças para cumprir com o seu dever de membro da realeza.

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“Sairá da alma e não do cérebro uma obra que emocione.”


António Teixeira Lopes

Nascido a 27 de outubro de 1866 em Vila Nova de Gaia, António Teixeira Lopes afirmou-se como um dos maiores artistas da sua geração, tendo as suas obras espalhadas por todo o país e estrangeiro. Um artista dedicado à sua família e à arte que inspirou e influenciou toda uma geração de artistas, nomeadamente, o escultor e museólogo Diogo de Macedo (1889-1959). É, hoje, um dos expoentes máximos da escultura em Portugal e uma das mais icónicas figuras da cidade de Gaia.

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viva o rock brasileiro #20

1990 apresentou o 5.º disco dos Engenheiros do Hawaii. “O Papa é Pop” surge no momento de maior visibilidade da banda no país, catapultada como uma das três melhores, sem sombras de dúvidas. A setlist apresenta:

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O final do ano é sinónimo de 12 passas e a tradicional lista dos melhores filmes do ano. Como não gosto de passas, fico-me pelos filmes (e dois ou três copos de espumante). Arbitrárias por natureza, as pautas proporcionam a oportunidade de refletir sobre o ano cinematográfico e quais foram os momentos mais marcantes na sala escura ou no conforto do streaming. Num ano ainda marcado pela crise pandémica, a arte cinematográfica continua a mostrar-se resiliente. Apesar de a conjuntura continuar a empurrar-nos para o sofá, continuo a acreditar na experiência singular de ver um filme em sala, em comunidade. Circunstâncias que continuarei a procurar, sempre que me for possível.

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Acredito que todos tenhamos ouvido falar do Dr. Frankenstein. O médico que acabou a criar um monstro, a partir de uma experiência científica. Uma coisa do imaginário popular, essa história de médico e de monstro. Cresci ouvindo menções, e li resenhas sobre a grande pequena obra de Mary Shelley (1797-1851), e confesso que ainda não li o livro.

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