OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

Perplexos, estamos a assistir a um genocídio, ao extermínio deliberado dos ucranianos pelos russos. Milhares de pessoas em movimento, tentando fugir da zona de combate, cruzando fronteiras, espalhando-se pelo mundo – como viria a acontecer com o pai de Aracy. Algo semelhante aconteceu com a Arménia que, durante a Primeira Guerra, foi tomada pelos turcos otomanos, que acusaram os arménios de serem aliados dos russos. Vieram os massacres, as deportações, a faxina étnica, num processo implacável e sangrento que levou à morte muitos arménios.

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Embora tenha declarado o meu desânimo para com as próximas eleições e prometendo passar ao largo deste lamaçal todo, um facto chamou-me a atenção e gostaria de compartilhar com os pacientes leitores que se dispuserem a ler e refletir sobre esta minha coluna. De antemão, espero não ferir suscetibilidades e esclareço que as minhas ideias não pretendem ser as únicas e verdadeiras mas sim que suscitem o bom debate, educado, gentil e tolerante para com os pensamentos divergentes. Tentarei encontrar palavras mais amenas para que não soe como ofensa gratuita e nem quero desmerecer as vossas opções.

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Neste nonagésimo-primeiro podcast, Bernardo Freire, Diogo Passos e Tiago Ferreira voltam à conversa para homenagear uma grande figura, desta vez inteiramente ligada à Sétima Arte: falamos de Jean-Luc Godard, o francês que fica na história como sendo um cânone do Cinema e principal estandarte da Nouvelle Vague. Godard deixou-nos no passado dia 13 de Setembro, aos 91 anos, com cerca de 130 obras cinematográficas creditadas. Como tal, neste episódio analisamos “À bout de souffle”, em português “O Acossado“, que tem nos papeis principais os atores Jean-Paul Belmondo, como Michel Poiccard, e Jean Seberg como Patricia Franchini.

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