OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

Deixemos o mundo das coisas e relações ordinárias e façamos um aporte em literatura. Aula de Gregório para a turma de Carla, na manhã seguinte. De modo interativo, e para além do material didático, havia sugerido a leitura do “Livro Nebuloso” do mês. Dividia a turma em cinco grupos e respeitando idades e convicções, separava uns dez alunos que gostavam realmente de ler além e, numa seleção, como se fosse um técnico, escalava o time. Para aquele mês, sugerira as seguintes obras: “Madame Bovary“, de Flaubert; “O Pai Goriot“, de Balzac; “Os Irmãos Karamazov“, de Dostoievski; “Dom Quixote“, de Cervantes e “Metamorfose“, de Franz Kafka. Turma dividida em cinco grupos de seis, um grupo com cinco e uma aluna só, exigindo a sua diferenciação e o seu jeito de ser não gregário. Era Carla.

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Antropológico. Humanista. Futurista. Lisérgico. Adjetivos se alternam quando assistimos ao icónico filme “2001 – Uma Odisseia no Espaço“. Humildemente, advirto de antemão que não serei capaz de detalhar aspectos técnicos cinematográficos da obra-prima, mas deixarei os meus colegas do OBarrete imbuídos desta missão. Missão! A palavra cai como uma luva, sendo a escritura deste texto um desafio pela complexidade da película. Mas, como dizia Jack, o Estripador: “Vamos por partes”.

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Nesta terceira conversa, Bernardo Freire, Diogo Passos e Tiago Ferreira discutem um dos últimos filmes a chegar às salas de cinema portuguesas, “Wasp Network – Rede de Espiões“, do realizador francês Olivier Assayas, responsável por obras como “Vidas Duplas” ou “Personal Shopper“.

“Wasp Network – Rede de Espiões” conta a história de cinco presos políticos cubanos que estavam presos pelos Estados Unidos desde o final dos anos 90 sob acusações de espionagem e assassinato.

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“Suits” (2011-2019) é uma série profundamente elegante, de um nível de intelectualidade exímio, capaz de mostrar o que há de pior – o lado mais negro, portanto –, mas também de enaltecer o “romantismo” por detrás de uma carreira em advocacia, sobretudo num palco como é os EUA, fazendo sobressair uma realidade muito perto de uma distopia, mas também, para outras interpretações, apenas mais um palco para brilhar, fazer furor, mostrar a sua força – e, porventura, a volatilidade ética (para chegar mais longe).

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