OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

Antropológico. Humanista. Futurista. Lisérgico. Adjetivos se alternam quando assistimos ao icónico filme “2001 – Uma Odisseia no Espaço“. Humildemente, advirto de antemão que não serei capaz de detalhar aspectos técnicos cinematográficos da obra-prima, mas deixarei os meus colegas do OBarrete imbuídos desta missão. Missão! A palavra cai como uma luva, sendo a escritura deste texto um desafio pela complexidade da película. Mas, como dizia Jack, o Estripador: “Vamos por partes”.

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Nesta terceira conversa, Bernardo Freire, Diogo Passos e Tiago Ferreira discutem um dos últimos filmes a chegar às salas de cinema portuguesas, “Wasp Network – Rede de Espiões“, do realizador francês Olivier Assayas, responsável por obras como “Vidas Duplas” ou “Personal Shopper“.

“Wasp Network – Rede de Espiões” conta a história de cinco presos políticos cubanos que estavam presos pelos Estados Unidos desde o final dos anos 90 sob acusações de espionagem e assassinato.

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“Suits” (2011-2019) é uma série profundamente elegante, de um nível de intelectualidade exímio, capaz de mostrar o que há de pior – o lado mais negro, portanto –, mas também de enaltecer o “romantismo” por detrás de uma carreira em advocacia, sobretudo num palco como é os EUA, fazendo sobressair uma realidade muito perto de uma distopia, mas também, para outras interpretações, apenas mais um palco para brilhar, fazer furor, mostrar a sua força – e, porventura, a volatilidade ética (para chegar mais longe).

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Para irmos ao encontro do pensamento de Kant, imaginemos a seguinte cena: um indivíduo entra em sua casa esbaforido e assustado, afirmando que está sendo perseguido por um assassino que tenta matá-lo. Você sai assustado e, ainda tentando se recompor do susto e do inusitado da ocorrência, se depara com o perseguidor armado que te pergunta se por acaso viu o indivíduo fugitivo. Qual seria a sua decisão?

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Se é verdade que uma das funções da arte é desafiar quem a experiência, é igualmente verdade que muitos não estão predispostos a assistir a filmes cujos temas são altamente perversos. Este é o caso da estreia do austríaco Markus Schleinzer, que partilhou a cadeira de realizador com Kathrin Resetarits para levar “Michael” a concorrer tanto à Palma de Ouro como à Câmara Dourada no Festival de Cannes em 2011. Não tendo sido premiado no festival, a obra deixou uma forte impressão pela ousadia de humanizar um monstro que tanto quanto sabemos podia ser o nosso vizinho do lado.

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