OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

“As mulheres ou veem tudo, ou não veem nada, segundo o seu estado de alma. O amor é a sua única luz.”


“A Falsa Amante”

Ao deleite com mais uma novela de Honoré de Balzac (1799-1850). É chegada a hora de avaliarmos uma linda história de amor em “A Falsa Amante” (Editora Biblioteca Azul, 2012, 68 páginas). Aqui o foco recairá para “esta gente do Norte”, os amigos polacos Adão e Tadeu, que chegam a Paris tentando imiscuir-se na sociedade francesa. Valorosos soldados, inclusive Tadeu Paz é capitão e de certa forma orientador do amigo, notadamente nas questões pecuniárias. Amizade como esta não existe e rapidamente adquirem uma propriedade faustosa em Paris, dando-se o casamento com Clementina du Rouvre, filha única do marquês du Rouvre. O conde Adão Mitgislas Laginski é o noivo e ambos percorrerão as rodas da sociedade.

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Na tentativa de chamar à atenção para a barbárie, os presidiários dos vários complexos do Alabama, apoiados na escola pacifista de Martin Luther King Jr., anunciam uma greve pacifista. Procuram atingir o sistema onde mais dói: no bolso.

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Um Rio de Janeiro suburbano. Embora algumas tomadas mostrem algumas atrações da cidade em si, como a praia de Copacabana e as vistas arrebatadoras dos cartões postais, o filme “Matou a Família e Foi ao Cinema” (do realizador Neville d’Almeida, do autor Júlio Bressane, lançado em 1991, 1h30) mostra o underground da cidade e as vidas comezinhas. Remake da primeira versão de 1969, este drama traz no seu elenco Alexandre Frota, Louise Cardoso, Maria Gladys, Guará Rodrigues, Cláudia Raia (estonteante em todas as suas curvas), Pedro Aguinaga, Karla Ignez, entre outros.

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Por vezes, o mal, enquanto tentação, pode nascer de uma natureza corrompida ou de um conjunto de circunstâncias que tornam a transgressão não só possível, mas quase sedutora. Universalmente falando, a fronteira entre um “cidadão respeitável” e um criminoso é mais ténue do que se calhar queremos admitir – e, portanto, às vezes basta um ligeiro deslocamento – um olhar, uma proposta, uma oportunidade – para expor todo o abismo que cada um de nós traz dentro de si. Desta forma, podemos perguntar-nos: até que ponto as nossas escolhas quotidianas são realmente éticas, e não apenas convenientes – enquanto o risco permanece baixo e ninguém nos convida explicitamente a “atravessar a linha”?

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