OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

Nesses tempos de pandemia, um livro ganhou destaque e retornou às listas dos mais vendidos no mundo. “A Peste” (“La Peste“, em francês) é um dos melhores romances de Albert Camus (1913-1960), expoente daquilo que se convencionou denominar corrente existencialista, que teve em Jean-Paul Sartre (1905-1980) outro de seu ícone. Diferentemente do existencialismo ateu de Sartre, Albert Camus fez-se notar desde cedo por uma literatura que pregou uma certa metafísica da solidariedade, exemplo bem apresentado em “A Peste”. Ele mesmo não gostava se ser taxado de existencialista, e afirmava sempre ser o escritor do absurdo.

Ler mais

O filme “Midnight in Paris”, em português “Meia-Noite em Paris“, de 2011, dirigido por Woody Allen, conta com um badalado elenco: Owen Wilson, Rachel McAdams, Adrien Brody, Carla Bruni, Kathy Bates, Michael Sheen, Alison Pill, Tom Hiddleston, Corey Stoll, Di Fonzo Bo, Tom Cordier e Marion Cotillard. Misto de romance e comédia, percebi um drama subtil que atesta o não pertencimento de quem se coloca a pensar demais nesta época atual. O personagem principal é Gil Pender (Owen Wilson), um roteirista de filmes para Hollywood que não está nada empolgado com a sua carreira.

Ler mais

Depois de Igor Stravinsky ter composto principalmente em pequenos contextos, como canções, por sugestão de Nicolai Rimsky-Korsakov, começou a trabalhar para orquestra. Quando ficou famoso como compositor de balé após a estreia de “L’Oiseau de Feu” em 1910, ele imediatamente estabeleceu a sua próxima obra. Foi discutido um trabalho sobre a Rússia pagã, a partir do qual o “Le Sacre du Printemps”, que era de enorme importância para a história da música, composto em 1913.

Ler mais

Este conto é precedido pela história “Ativismo Feminista

Andreia sempre foi de personalidade forte. Forte demais. Impossível discutir com ela sem levar desvantagem. Bem, pelo menos foi assim até o falecimento da mãe. Foi aí que a coisa mudou de rumo. Filha de Cecília, seus dilemas existenciais percorreram desde a mais tenra idade até a fase adulta. Andreia era briguenta, o marido e o filho não aguentavam a relação. Para o marido, foi fácil: divórcio litigioso. Para o filho, a saída foi o estrangeiro. Num intercâmbio, foi para Quebec. Gostou tanto do Canadá que acabou ficando. De repente, Andreia se viu retornando à relação mais forte e direta com a mãe. Como era impossível domar o seu estado de espírito, brigava com a mãe.

Ler mais