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Porque A Arte Somos Nós

Em 1815 o jovem Edmond Dantès, após voltar de uma viagem a bordo do navio Pharaon, tinha um futuro promissor pela frente: estava prestes a tornar-se capitão deste mesmo navio e se casaria no dia seguinte com sua noiva Mercedes. Tudo teria corrido bem, não fossem quatro homens que mudariam a sua vida para sempre, por inveja, orgulho e omissão por egoísmo. Danglars, Fernand e Caderousse armaram para Dantès e ele foi preso acusado de bonapartismo. Villefort condenou-o mesmo sabendo da sua inocência, enviando-o para o Castelo de If, onde Edmond permaneceu por longos 14 anos, só não sucumbindo ao desespero dando fim à própria vida graças à intervenção do abade Faria.

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“The Turing Test” é um jogo baseado em puzzles embutidos numa vertente narrativa forte. É fruto do trabalho de um pequeno estúdio chamado Bulkhead Interactive, com um lançamento feito em 2016 a cargo da conhecida Square Enix, na sua iniciativa para divulgar o trabalho de desenvolvedoras independentes. Os acontecimentos dão-se num futuro algo longínquo, onde uma equipa de astronautas é enviada para a Europa, uma das luas de Júpiter, para realizar escavações.

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Sempre que vou às estreias de Woody Allen no cinema, percebo que o público se ri em momentos variados, não necessariamente nos momentos certos definidos pelo género de humor barato, pejorativamente chamado de “pastelão”. Com ironia fina e frases cortantes, em passagens que não se entregam fáceis, é sempre um gosto assistir aos seus dramas, comédias e afins. Eis que me chega às mãos um dos seus livros, “Cuca Fundida” (Círculo do Livro, 139 páginas), que foi originalmente publicado em 1971, a partir de contos que escreveu para a prestigiada revista New Yorker. Vamos passear por alguns deles?

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Neste quinquagésimo-primeiro podcast, Bernardo Freire, Diogo Passos e Tiago Ferreira voltam à conversa para falar sobre os filmes “A Quiet Place” e “A Quiet Place II”. Como os títulos indicam, estes compõem uma saga. Ambas as obras são escritas e realizadas por John Krasinski, este também ator e uma das personagens principais nos dois filmes. Contudo, no que toca aos argumentos, John dividiu a construção da história com Scott Beck e Bryan Woods – estes últimos têm crédito apenas na construção dos personagens de “A Quiet Place II”.

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Recentemente, assisti na televisão a concertos no Reino Unido com jovens e adultos aglomerando-se, bebendo e dançando, retomando a vida há pouco conspurcada por este vírus maldito. Um concerto deixa-nos marcas indeléveis e resolvi, nas restrições atuais no meu país, mergulhar na memória e, ato contínuo, após um fecho de sexta-feira exaustiva no acúmulo das atividades da semana, abrir o vinho chileno, colocar o concerto dos Duran Duran no registo que fizeram na mítica Arena de Wembley e ver-me ali, rememorando o dia em que fui presencialmente ao concerto deles em Belo Horizonte, no quintal de minha casa.

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