“A velhice não é uma batalha; a velhice é um massacre.”
“Homem Comum”
A obra “Homem Comum” (Editora Companhia das Letras, 2007, 131 páginas), de Philip Roth, tradução de Paulo Henriques Brito, é mais um texto contundente que o autor nos oferece. A cena inicial dá-se num cemitério, e lá ficamos a conhecer a vida deste homem comum, filho de uma família judia que era proprietária de uma relojoaria/joalheria antes da Segunda Grande Guerra nos Estados Unidos, e as tarefas suburbanas deste miúdo que desde cedo teve que ser submetido a cirurgias. Uma, para a erradicação de um caroço e inchaço perto dos testículos, deu-se em tenra idade. Ele lembra-se da companhia de quarto, também um miúdo, que estava mal e fica na sua memória a cama vazia deste no dia seguinte.
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