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Porque A Arte Somos Nós

As aventuras do agente secreto mais celebrado do mundo completam mais um ciclo cinematográfico com “No Time to Die”. O vigésimo quinto filme da saga e o quinto do ator Daniel Craig, que se despede do papel principal de forma satisfatória. Será difícil para o seu substituto estar à altura daquilo que atribuiu à personagem: …

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“Candyman” (1992), de Bernard Rose, estreou numa temporada fatídica para o cinema slasher. Depois de duas décadas onde deu cartas, o subgénero tropeçou no fosso das sequelas derivativas e da qualidade diminuta. O ponto de viragem deste declínio profundo é tradicionalmente apontado a “Gritos” (1996), de Wes Craven – que incorporou a comédia negra e …

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A maré esbate com estrondo no mais recente filme protagonizado por Jason Momoa, o ator que está a tentar levar a onda que apanhou em “Aquaman” (2018) a bom porto. Com o fator popularidade garantido a prazo, resta-lhe estar presente nos filmes certos, com os papéis adequados. Evocando, de preferência, a presença física pela qual …

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“Pode ser que este seja melhor“, refiro a mim próprio enquanto levo o indicador ao comando para pressionar play em “Fear Street – Part 2: 1978”, distribuído pela Netflix. À partida aparentou ser um pensamento razoável, pois a bitola estava bastante baixa. “Fear Street – Part 1: 1994” foi aterrorizantemente mau. Um desperdício cinematográfico quando …

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Se há género cinematográfico que se orgulha do seu cânone, esse género é o terror. Tanto que se perde a conta das franquias, prequelas, sequelas, histórias derivadas e reinícios que moldam o comércio do cinema mainstream do medo. As intenções são, com frequência, honráveis, mas de um ponto de vista meramente contabilístico o ciclo é …

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