OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

Jean Renoir viveu exilado nos Estados Unidos da América durante os anos da ocupação da França pelos nazis e os filmes que aí realizou não foram particularmente favorecidos pela crítica que, como diz Filipe Furtado (Contracampo, Revista de Cinema), na apreciação da sua obra, tem preferido “saltar” de “A Regra do Jogo” (1939) para “O Rio Sagrado” (1951). Porém, …

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É difícil de imaginar circunstâncias mais desumanas do que aquelas experienciadas no teatro de guerra (como em “Onoda…”). A carne é desfeita, os ossos quebram e as vidas cessam antes de cumprirem o seu ciclo natural. Aqueles que resistem, inteiros ou em partes, retomam a mundanidade da rotina, acompanhados pelo fantasma do trauma. Em grau …

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De acordo com o tema “Génesis” dos Encontros da Imagem de 2021, o Lucky Star – Cineclube de Braga apresentou já “O Crime do Sr. Lange” (1936), por Jean Renoir, o esperançoso e hipotético nascimento de uma sociedade mais solidária, “A Gruta dos Sonhos Perdidos” (2010) por Werner Herzog, o nascimento da arte nas pinturas …

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Determinados livros marcam-nos tanto que ficamos a reverberar bastante sobre as suas respetivas mensagens. Imbuído do espírito de busca, vasculhei e encontrei no YouTube uma preciosidade: o filme “O Adeus às Armas“, título em português, de 1957, realizado por Charles Vidor e John Huston. Com argumento de Ben Hecht, que tenta manter-se fiel ao livro, …

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