OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

Após 20 anos de carreira, tendo publicado 12 livros, é certo que recebo pedidos de aconselhamento no que toca à vida literária. Não à toa, sou sócio de uma agência literária que, profissionalmente, tenta encaminhar originais e manuscritos a importantes editoras, na tentativa de vir a ser um livro. Com um pouco de cabelo branco …

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Quem acompanha meus textos aqui no Barrete já deve ter percebido o quanto gosto dos escritos de Albert Camus (1913-1960), o franco argelino que escreveu ensaios, romances, peças teatrais, investigações filosóficas, reportagens jornalísticas, entre outras coisas, e que foi laureado com o Prémio Nobel de Literatura. Livros bons não faltam: “O Estrangeiro“; “O Mito de …

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Nesses tempos de pandemia, um livro ganhou destaque e retornou às listas dos mais vendidos no mundo. “A Peste” (“La Peste“, em francês) é um dos melhores romances de Albert Camus (1913-1960), expoente daquilo que se convencionou denominar corrente existencialista, que teve em Jean-Paul Sartre (1905-1980) outro de seu ícone. Diferentemente do existencialismo ateu de …

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“O importante é viver com quantidade!”. Essa máxima camusiana traduz um pouco o sentimento do absurdo do indivíduo perante a vida. O absurdo é o tema central da obra “O Mito de Sísifo” (“Le Mythe de Sisyphe” em francês), livro este que data de 1942.

Carla leu o livro todo de Gregório até às 4 da manhã. Refletiu muito sobre o artigo “Suicídio. Alternativa?” No ensaio “O Absurdo e o Suicídio”, o franco argelino Albert Camus (1913-1960) escreve sobre o suicídio. Embora refutasse o rótulo de filósofo existencialista (considerava um escritor do absurdo, apenas), Camus foi verdadeiramente um psicólogo da …

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