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Porque A Arte Somos Nós

Nascido em Essen em 1949, o filósofo e sociólogo alemão Axel Honneth mostrou-se um divulgador da Escola de Frankfurt (tendo sido secretário de Jürgen Habermas) e um pensador atualíssimo acerca das coisas do mundo. Herdeiro do último sistema filosófico, o hegeliano, interpreta à luz da contemporaneidade este caminhar da História, através do espírito do tempo. …

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“Critiquei como incompreensível o princípio da honra, segundo o qual um homem perde a sua honra quando recebe uma ofensa, a menos que responda com outra ofensa maior ou a lave com sangue, seja do adversário, seja de si mesmo. Aleguei como motivo para isso que a verdadeira honra não pode ser ofendida por algo …

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Karl Marx (1818-1883) sentenciou certa feita: “Os filósofos já se cansaram de explicar o mundo. É dada a hora de transformá-lo“. Economista, sociólogo, jornalista e também filósofo, Marx é um destes pensadores intrigantes que quebraram a corrente e fincaram os pés na prática sem, contudo, se abster da teoria. Vamos contextualizar um pouco o seu …

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“O homem comum, este produto industrial da natureza, tal como esta o apresenta diariamente aos milhares, é incapaz, ao menos de modo persistente, de uma observação em todo sentido inteiramente desinteressada: ele pode dirigir a sua atenção às coisas somente enquanto estas apresentam uma relação qualquer, mesmo que apenas mui mediatizada com a sua vontade” …

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Todo movimento da História necessita de um certo distanciamento de modo a permitir a fria interpretação dos factos. Por ser um ensaio histórico, o livro “O Homem Revoltado” (Record, 351 p.) (“L’Homme Révolté“), do franco-argelino Albert Camus (1913-1960), publicado em 1951, justifica a sua leitura nos dias atuais, quer pela beleza de estilo, quer pela …

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