OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

A maioria dos videojogos atuais inclui, de uma forma ou de outra, vertentes relacionadas com a resolução de puzzles. Estes quebra-cabeças podem estar diluídos no design do mundo criado (como nos já retratados “Limbo“, “Inside” ou na série “Hitman“), podem ser secções isoladas de jogos que são focados noutros géneros (algo muito presente nas franquias …

Continue reading

I Introdução Pouco mais se pode pedir a um videojogo do que a capacidade de deixar uma marca no jogador, seja pela narrativa que apresenta, pelas inovações do seu gameplay ou simplesmente pela sua qualidade a nível gráfico. Qual é então o fator que leva a que “Inside” tenha sido largamente elogiado pela crítica aquando …

Continue reading

Antes de irmos a “Limbo”, devemos ter a perceção de que praticamente todas as atividades a que habitualmente chamamos de arte têm pelo menos um elemento diferenciador que as ajuda a transmitir uma mensagem. Na literatura é a representação de caracteres, signos ou símbolos linguísticos, como certas imagens, que correspondem a uma linguagem (aquilo a …

Continue reading

Desde 2000 que há uma infindável discussão sobre se os vídeos jogos podem ser arte ou não. Apesar de toda a troca de argumentos, a verdade é que o videojogo não pode ser considerado arte. Nas palavras de Hideo Kojima, criador da série de jogos “Metal Gear“, apesar de os videojogos poderem conter qualidades artísticas, …

Continue reading