“O importante é viver com quantidade!“. Essa máxima camusiana traduz um pouco o sentimento do absurdo do indivíduo perante a vida. O absurdo é o tema central da obra “O Mito de Sísifo” (“Le Mythe de Sisyphe” em francês), livro este que data de 1942.
“O importante é viver com quantidade!“. Essa máxima camusiana traduz um pouco o sentimento do absurdo do indivíduo perante a vida. O absurdo é o tema central da obra “O Mito de Sísifo” (“Le Mythe de Sisyphe” em francês), livro este que data de 1942.
Volto a uma obra do grande romancista francês do século XIX. Ler um romance de época, como “O Pai Goriot”, pode parecer datado e fora de propósito. Ainda mais quando não reconhecemos Paris como a concebemos atualmente, sendo a Cidade Luz. A Paris de Honoré de Balzac (1799-1850) é lúgubre, com uma sociedade mesquinha e …
Voltaire, filósofo francês (1694-1778), escreve, em “Cartas Inglesas” (título original “Lettres Anglaises“), considerações acerca da realidade de um presente histórico marcado por diferenças e verosimilhanças entre a sociedade parisiense e a inglesa do século XVIII.
“O Muro” (título original em francês “Le Mur“) foi publicado em 1939, um ano após a publicação de “A Náusea“. “O Muro” se constitui de cinco contos, nos quais se percebe o viés existencialista do seu autor. Contos aporéticos e aforismáticos criam um prisma de equivalência do absurdo.
O meio académico filosófico mais tradicional chia quando se depara com escritores que escrevem acerca da vida de um determinado filósofo (neste caso, Arthur Schopenhauer). Particularmente, não acredito haver problemas se levarmos em conta a caracterização de romance e não de biografia. Isso não chega a comprometer nada do legado desses grandes pensadores. Faz até …