No senso comum, geralmente ouvimos esta pergunta e, como sempre apraz a todo pensador, em mais de duas décadas de atuação profissional (sim, como filósofo) sinto-me em condições de responder a esta indagação. Regurgitei este questionamento durante grande parte da minha vida, mas antes é necessário esclarecer que a Filosofia não servirá para alimentar um automóvel, pagar os boletos que vencem ao final do mês, etc. Ironizo aqui a indagação sempre utilitária a que muitos dão as coisas, e sabedor de que este mingau está quente, como bom mineiro sugerirei tomá-lo pelas bordas.
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