OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

O primeiro som vindo da tua boca,

Um rasto de sabedoria pelo teu corpo.

Viajo por entre pontes, muralhas,

Luto contra um suspiro repleto de terror

Vindo de ti,

Já não me encontro entre o teu sabor.

Silêncio absoluto – ignorado.

Parasitas no teu corpo

Codificam o próximo alvo,

Sinto-me sufocado, completamente abalado,

Insónias

Violência

Acabaram-se as minhas palavras.

Anónimo

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