OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

Filmes sobre escritores costumam ser muito clichés, e aqui posso enumerar diversas ações: bloqueio criativo; o fracasso vindo a seguir à consagração final; a eterna luta do agente ou agente literária cobrando prazos ao escritor; o isolamento social para se escrever uma obra e se fosse aqui desfiar, enumeraria diversas outras. Desta forma, sentei-me para …

Continue reading

O romance “Casei com um Comunista” (Companhia de Bolso, 1998, 373 p.), de Philip Roth, é um livro soberbo. Advirto de antemão que é bom conhecer um pouco a história dos Estados Unidos após o fim da II Grande Guerra, pelo menos ter uma noção do que foi o macarthismo na sua obsessão pela caça …

Continue reading

“Já contei que, aos quinze anos de idade, tirei o pau para fora das calças e toquei uma punheta num ónibus da linha 107, vindo de Nova Iorque?” “O Complexo de Portnoy” (Companhia de Bolso, 237 p.) de Philip Roth é um destes livros que vieram para incomodar. Publicado em 1969 nos Estados Unidos, o …

Continue reading