OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

Fiz jus

Ao meu sangue português,

Este foi o meu fado:

Deixar o passado,

Arremeter-me contra o desconhecido,

Acima da minha pequenez.

Desejei tudo:

Uma nova estrela,

Uma nova sorte,

Atribuí ao fado

O meu cansaço

De alma forte.

Estaria morto,

Absorto em mim mesmo,

Se não tivesse partido;

Velas ao vento

Entre rosas e cruzes,

Viajei em busca do meu ideal,

Bem ou mal,

Não sei quando chegará minha hora,

Minha vez,

Mas sei que fiz jus

Ao meu sangue português.

Raquel Naveira

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One thought on “Poema: “Sangue Português”

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