OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

“Monamour” começa com uma cena que irá ditar o desenvolvimento da narrativa: sexo. É certo que pôr as coisas desta forma é bastante insípido, contudo, apesar de certos aspectos estéticos serem deveras interessantes ao longo da obra, a verdade é que a nível de profundidade e riqueza de argumento o filme deixa bastante a desejar.

O mito de Klaus Kinski (continuação…) – a primeira parte disponível aqui. Klaus Kinski, como escritor, não difere muito do ator, o escárnio e a ira marcantes estão presentes em cada página dos seus livros. Dotado de uma linguagem feroz, sem adornos, Kinski revela a realidade de forma crua e mundana.