OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

Enroscam-se-lhe ao trono as serpentes doiradas Que, César, mandei vir dos meus viveiros de África. Mima a luxúria a nua – Salomé asiática… Em volta, carne a arder – virgens supliciadas… Mitrado de oiro e lua, em meu trono de esfinges – Dentes rangendo, olhos de insónia e maldição – Os teus coleios vis, nas …

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Ainda te lembras de ser feliz? Cantar e dançar Quando não conseguia controlar o meu olhar, Sorrias tu, Para a minha alma baralhar. Uma manhã perdida, Uma flor esquecida, Uma carta aberta, Uma tara desmedida, Um passeio que tarda No desconhecido que me aguarda. Diogo Passos Pintura de Pierre-Auguste Renoir, “Dança em Bougival” (1883)