OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

“Candyman” (1992), de Bernard Rose, estreou numa temporada fatídica para o cinema slasher. Depois de duas décadas onde deu cartas, o subgénero tropeçou no fosso das sequelas derivativas e da qualidade diminuta. O ponto de viragem deste declínio profundo é tradicionalmente apontado a “Gritos” (1996), de Wes Craven – que incorporou a comédia negra e …

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Se há género cinematográfico que se orgulha do seu cânone, esse género é o terror. Tanto que se perde a conta das franquias, prequelas, sequelas, histórias derivadas e reinícios que moldam o comércio do cinema mainstream do medo. As intenções são, com frequência, honráveis, mas de um ponto de vista meramente contabilístico o ciclo é …

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