OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

Podem ler a primeira parte deste artigo aqui!

No ano em que a Bélgica foi ocupada pelos Nazis, na sequência do início da Segunda Grande Guerra Mundial e em que, após fugir para Paris e retornar ao seu país, Hergé fica desempregado após o fecho do Le Vingtième Siècle, vem a publicar já ao serviço do Le Soir (sob controle nazi), um capítulo absolutamente fundamental no desenvolvimento das histórias em torno do repórter Tintin.

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Mal poderia imaginar que há cerca de 50 anos, quando a minha mãe me começou a comprar a revista “Tintin” (sim, já existiu uma revista “Tintin”), estava a construir no meu imaginário uma figura de banda desenhada que perdura até aos dias de hoje. Por aqueles dias, era publicada semanalmente a dita revista de banda desenhada que continha, para além de uma (pequena, para mim) parte de uma história de Tintin, outras bandas desenhadas como “Blake and Mortimer“, “Corto Maltese“, “Clifton“, “Ric Hochet“, “Taka Takata” ou “Michel Vaillant“.

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No que respeita ao estrelato do cinema contemporâneo, não tem havido corpo mais sexualizado do que o da atriz e produtora Sydney Sweeney. O que, à partida, tornava particularmente irónica a escolha de interpretar uma jovem freira, na iminência de fazer os seus votos de pobreza, castidade e obediência. Acontece que nas entranhas do horror de “Immaculate” – “Imaculada“, título em português -, a figura da atriz, em particular a sua capacidade gestativa, é vital para o mito narrativo. Sendo a Igreja a instituição conspiradora dos enredos divinos.

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