Certos livros nos chamam. Assentados tranquilamente na prateleira mais alta da minha biblioteca, alguns destes “amigos” nos esclarecem que é chegada a hora de dialogarmos com eles. Um deles, o maçudo “A Semente de Mostarda” (Ícone Editora, 8.ª edição, 2004, 503 páginas), de Osho (1931-1990) me chamou para este debate. E que deleite!