Entusiástico, cativante e tecnicamente fascinante, este não é um daqueles filmes de época que está destinado a colher pó na prateleira. Não fosse “The Favourite” (“A Favorita“) realizado por um dos cineastas mais distintos e qualificados do momento: o grego Yorgos Lanthimos. Desde “Canino” (2009), onde se destacou pela primeira vez, o seu trabalho envolveu-me nos traços chocantes, absurdos e …