OBarrete

Porque A Arte Somos Nós

Existe algo particularmente curioso no ato de transformar algo benigno e saudável no mais inquietante indutor de pesadelos. Em “Smile”, a estreia em longas-metragens do realizador e argumentista norte-americano Parker Finn, encontramos um exemplo notório disso mesmo. Uma narrativa que utiliza o conceito do sorriso distorcido como premissa dos seus horrores enquanto trabalha matérias de …

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